Veículos equipados com sistema RVC utilizam uma estratégia de gerenciamento do sistema de carga na qual a tensão pode variar de acordo com as condições de funcionamento e as necessidades elétricas do veículo.
Por isso, antes de substituir o regulador ou o alternador, é fundamental entender como funciona o sistema RVC e o chamado alternador pilotado.
Neste artigo, vamos explicar seu funcionamento, a função do sensor de corrente da bateria, porque a tensão pode variar e o que acontece quando o regulador perde a comunicação com a central.
Quem controla o regulador nesse sistema é a central de injeção determinando qual voltagem vai regular.

Esse sistema está implementado em vários carros da Chevrolet, como S10, Cruze, Onix, Cobalt, Prisma, Spin e Agile.
Junto à bateria desses carros existe um sensor de corrente que irá medir a carga da bateria e informar a central de injeção.

Se a bateria estiver descarregada a voltagem do regulador será mais alta, chegando aproximadamente 15,5 volts.

Caso a bateria esteja com a carga suficiente a voltagem poderá ser de 12,6 volts.

Portanto, após ligar o veículo, é normal o regulador ficar variando a tensão, pois o funcionamento é comandado pela central de injeção.
Neste caso, se ligarmos a luz alta, a voltagem volta a subir.
Estes reguladores não possuem saída para a lâmpada, pois ela é acionada pela central. Apesar de alguns fabricantes utilizarem a letra L para indicar esta saída de comunicação com a central, não confunda com saída para lâmpada.
Caso estes cabos dos conectores estejam com mau contato ou desconectados, o regulador irá entrar na função “stand alone”, ou também chamada de função de emergência, passando a carregar constantemente 13,8 volts. Porém atenção, ele irá acender a luz indicadora da bateria por falta de comunicação com a central.
O sistema RVC ajuda a aumentar a vida útil da bateria, junto da economia de combustível e redução dos níveis de poluentes.
A Gauss possui reguladores de voltagem para diferentes aplicações equipadas com sistemas RVC.
Antes da substituição, consulte o catálogo e confirme:
Semelhança física não significa compatibilidade elétrica.
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